PROBLEMAS DO TESTE DE SALTO VERTICAL: UMA REVISÃO NARRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.59514/2027-453X.3888Palabras clave:
Desempenho atlético, Educação física, Treinamento, EsporteResumen
O objetivo da revisão narrativa foi explicar os problemas do teste de salto vertical. O salto vertical é uma ação praticada em várias modalidades esportivas. Os artigos para a revisão narrativa foram selecionados no Google Acadêmico e no Research Gate com três palavras chaves (vertical jump test, vertical jump, vertical jump test and sport). O teste de salto vertical costuma ser aplicado pelo preparador físico para verificar o efeito do treino físico no esportista e também são usados pelo treinador para identificar se o atleta possui valores conforme o exigido na modalidade. Existem alguns testes de salto vertical de baixo custo financeiro que podem ser aplicados em vários esportes, sendo os seguintes: 1º) salto vertical saindo do agachamento de 90º, 2º) salto vertical com contramovimento e 3º) salto vertical fazendo a técnica esportiva. Existem certos macetes ao fazer o teste de salto vertical com o uso da parede que são os seguintes: sujar muito o dedo de giz e linha na parede para o testado saber os locais de alcance ruim, médio e excelente. Alguns problemas do teste de salto vertical são os seguintes: passou pouco giz nos dedos, usou giz nos dedos com a mesma cor da parede, dobra os dedos quando toca a parede e outros. Em conclusão, o teste de salto vertical é uma avaliação imprescindível para as modalidades de salto.
Descargas
Citas
Acevedo, R., Sánchez, C., Vicent, P., Bravo, A., e Lara, J. (2025). Exploring the relationship between vertical jump and short sprint performance in female basketball players. Applied Sciences, 15(9), 1-20.
Arruda, M., e Hespanhol, J. (2008). Saltos verticais. São Paulo: Phorte.
Arruda, M., e Hespanhol, J. (2008b). Fisiologia do voleibol. São Paulo: Phorte.
Badillo, J., e Ayestarán, E. (2001). Fundamentos do treinamento de força: aplicação ao alto rendimento desportivo. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed.
Barbanti, V. (2002). Manifestações da força motora no esporte de rendimento. Em. V. Barbanti, A. Amadio, J. Bento, e A. Marques (Orgs.). Esporte e atividade física (p. 13-25). Barueri: Manole.
Bobbert, M., e Casius, L. (2005). Is the effect of a countermovement on jump height due to active state development? Medicine and Science in Sports and Exercise, 37(3), 440-446.
Dias, R., e Corrêa, D. (2015). Aspectos importantes no processo de detecção e orientação de talentos esportivos e a contribuição da estatística Z. Conexões, 13(2), 166-184.
Escalona, J., e Abreu, A. (2008). Indicadores físicos en la etapa puberal en atletas de balonmano que contribuyen a la detección de talentos. Lecturas: Educación Física y Deportes, 13(119), 1-12.
Fernández, C., Majolero, V., Rodríguez, J., e González, C. (2013). Diferencias en el salto vertical y la velocidad de patada da mae geri entre karatecas internacionales y nacionales. RAMA, 8(1), 13-20.
Filin, V., e Volkov, V. (1998). Seleção de talentos nos desportos. Londrina: Midiograf.
Fomitchenko, T., e Gomes, A. (1999). Seleção de talentos nos esportes: organização e metodologia. Em. F. Silva (Org.). Treinamento desportivo: atualidades e perspectivas. João Pessoa: UFPB.
Gavia, N., e Luján, R. (2024). Método de entrenamiento híbrido do complejo para desarrollar fuerza máxima y potencia muscular aplicado al karate. Un estudio de caso. Revista Digital: Actividad Física y Deporte, 10(1), 1-8.
Geantä, V., e Hillerin, P. (2025). Methodological discrepancies in lower limb average power calcuation in a repeated vertical jump test: a preliminary study. Montenegrin Journal of Sports Science and Medicine, 21(2), 89-96.
Giatsis, G., Panoutsakopoulos, V., e Kollias, I. (2017). Biomechanical differences of arm swing countermovement on sand and rigid surface performed by elite beach volleyball players. Journal of Sports Sciences, 36(9), 997-1008.
Hu, X., Boisbluche, S., Philippe, K., Maurelli, O., Li, S., Xu, B., e Prioux, J. (2024). Effects of tactical periodization on workload, physical fitness, and well-being in professional rugby union players during a preseason period. Journal of Strength and Conditioning Research, 38(1), 105-115.
Joanella, A., e Rother, R. (2022). Utilização da periodização ATR em equipe de voleibol feminino de base: um estudo de caso. Latin American Journal of Development, 4(4), 1490-1502.
Kim, S. (2017). Countermovement jump strategy cahnges with swing modulate vertical force advantage. KJSB, 27(2), 141-147.
Kiss, M. (2003). Esporte e exercício. São Paulo: Roca.
Kitamura, K., Roschel, H., Loturco, I., Lamas, L., Tricoli, V., João, P., Fellingham, G., e Ugrinowitsch, C. (2020). Strength and power training improve skill performance in volleyball players. Motriz, 26(1), 1-9.
Kruse, N., Barr, M., Gilders, R., Kushnick, M., e Rama, S. (2013). Using a practical approach for determining the most effective stretching strategy in female of College Division I volleyball players. Journal of Strength and Conditioning Research, 27(11), 3060-3067.
Lozada, J., e Costa, I. (2019). Nivel de potencia mecánica en extremidades inferiores se relaciona con la máxima velocidad del balón depués del remate en voleibol? En. J. Lozada, e J. Padilla (Ed.). Deporte y actividad física: miradas de la investigación aplicada (p. 12-34). Barinas: FEDUEZ.
Margaria, R., Aghemo, P., e Rovelli, E. (1966). Measurement of muscular power (anaerobic) in man. Journal of Applied Physiology, 21(5), 1662-1664.
Malina, R., Cumming, S., Kontos, A., Eisenmann, J., Ribeiro, B., e Aroso, J. (2005). Maturity-associated variation in sport-specific skills of youth soccer players aged 13-15 years. Journal of Sports Scineces, 23(5), 515-522.
Marins, J., e Giannichi, R. (1998). Avaliação e prescrição de atividade física. 2ª ed. Rio de Janeiro: Shape.
Marques Junior, N. (2005a). Testes para o jogador de voleibol. Revista Mineira de Educação Física, 13(1), 130-174.
Marques Junior, N. (2005b). Adaptações fisiológicas do treino de força em atletas de desportos de potência. Revista Mineira de Educação Física, 13(2), 43-60.
Marques Junior, N. (2007). Teste de força bio-operacional e bio-estrutural para a saúde e para a performance. Movimento e Percepção, 8(11), 361-392.
Marques Junior, N. (2010). Seleção de testes para o jogador de voleibol. Movimento e Percepção, 11(16), 169-206.
Marques Junior, N. (2012). Teste de salto com bola para jovens do futebol feminino. Lecturas: Educación Física y Deportes, 15(166), 1-14.
Marques Junior, N. (2015). Vertical jump of the elite male volleyball players in relation the game position: a systematic review. Revista ODEP, 1(3), 10-27.
Marques Junior, N. (2017). Jump test to evaluate the volleyball player. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 11(67), 504-508.
Marques Junior, N. (2019). Vertical jump of the male volleyball player during the years of 1970 to 2016 – indoor and sand double: a systematic review and meta-analysis. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 13(87), 1141-1170.
Marques Junior, N. (2019b). Effect of the stretching on sport performance. Peer Rsearcher Nest, 1(6), 1-11.
Marques Junior, N. (2019c). Mecanismos neurofisiológicos e biomecânicos do treino de força reativa e o uso do software Kinovea® para monitorar essa sessão. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 13(84), 589-641
Marques Junior, N. (2021). Alcance do voleibol profissional: uma revisão sobre o ataque e o bloqueio. Olimpia, 18(1), 590-601
Marques Junior, N. (2023). Periodização esportiva: controle da carga de treino de um jogador do voleibol master em 2021. Olimpia, 20(1), 346-368.
Marques Junior, N. (2024). Potência do salto vertical com contramovimento de um jogador de voleibol. Olimpia, 21(2), 99-113.
Marques Junior, N. (2025). Treinamento após a lesão no tendão calcâneo de um voleibolista – 2014 a 2018, parte 2. Olimpia, 22(1), 35-54.
Mathews, D. (1980). Medida e avaliação em educação física. Rio de Janeiro: Interamericana.
Matsudo, V. (1998). Testes em ciências do esporte. 6ª ed. São Caetano do Sul: CELAFISCS.
McArdle, W., Katch, F., e Katch, V. (2011). Fisiologia do exercício: nutrição, energia e desempenho humano. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara.
Moskatova, A. (1997). Fisiologia: seleção de talentos e prognósticos das capacidades motoras. Jundiaí: Fontoura.
Moura, N., Moura, L., Moura, T., e Brandão, M. (2021). Variáveis do treinamento e desempenho em competição de um jovem atleta do salto em distância – um relato de caso. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 15(95), 82-95.
Moura, N., Ham, P., Moura, L., Wang, G., e Yuan, T. (2023). Selected factors for triple jump preparation: a case study of an Olympic silver medalist. International Journal of Sports Sciences & Coaching, 18(3), 1-13.
Mourão, P., e Gonçalves, F. (2008). A utilização dos membros superiores nos saltos verticais. Revista de Desporto e Saúde, -(-), 24-29.
Moya, V., Gómez, R., e Morales, S. (2025). Effects of nordic exercises on hamstring strength and vertical jump performance in lower limbs across different sports. Applied Sciences, 15(10), 1-15.
Neto, F., Silva, G., Simim, M., Banja, T., Sousa, F., Fonseca, P., Goethel, M., Romero, R., Jesus, K., e Medeiros, A. (2024). Are there differences in the kinetic parameters of the vertical jump performed by beach volleyball players on different types of sand? Sports Biomechanics, 23(12), 3171-3180.
Oliveira, P., e Silva, J. (2001). Dinâmica da alteração de diferentes capacidades biomotoras nas etapas e micro-etapas do macro-ciclo anual de treinamento de atletas de voleibol. Revista Treinamento Desportivo, 6(1), 18-30.
Örzogan, E., e Caglayan, A. (2025). The effect of training on unstable ground on vertical jump and speed in 11-14 years old female handball players. European Journal of Physical Education and Sport Science, 12(2), 86-96.
Ouergui, I., Delleti, S., Apollaro, G., Messaoudi, H., Kons, R., Bridge, C., Chtourou, H., Franchini, E., Faelli, E., e Ardigo, L. (2025). Relationships between sport-specific anaerobic tests, interlimb asymmetry, and bilateral deficit as from vertical jump performance in highly trained taekwondo athletes. Sports, 13(4), 1-20.
Pangaksomo, M., Yuliastrid, D., Wismanadi, H., e Fitroni, M. (2025). The effectiveness of vertical jump take-off angle on jump height in 14 years-old basketball athletes. Competitor: Journal Pendidikan Kepelatihan Olahraga, 17(2), 2087-2095.
Sayavera, J., Nikolaidis, P., Cardenosa, A., Timón, R., e Oliveira, P. (2017). Acute effects of block jump in female volleyball players: the role of performance level. Sports, 5(30), 1-10.
Schons, P., Preissler, A., Oses, V., Berriel, G., Vargas, G., Klein, L., Ribeiro, F., Caetano, G., Brito, G., Zanella, J., Costa, R., e Kruel, L. (2024). Idade, antropometria, alcance de bloqueio e ataque de atletas de voleibol sub 19 nas diferentes colocações no Campeonato Mundial Masculino. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 19(120), 210-219.
Shalmanov, A. (1998). Voleibol: fundamentos biomecânicos. Guarulhos: Phorte.
Teodoro, R., Souza, J., Oliveira, P., Assis, F., e Silva, S. (2024). Métodos más accesibles para la mensuración del tiempo de contato y la altura del salto vertical: drop jump. RPCAFD, 11(2), 1925-1938.
Toplica, S., Marko, Z., e Nikola, S. (2025). Relationship of body composition and jump height of top volleyball players. 11th International Scientific Conference. p. 50-54.
Tricoli, V., Ugrinowitsch, C., e Franchini, E. (2006). Avaliação das capacidades motoras nas modalidades esportivas coletivas. Em. D. Rose Junior (Orgs.). Modalidades esportivas coletivas. Rio de Janeiro: Guanabara.
Ugrinowitsch, C., e Barbanti, V. (1998). O ciclo de alongamento e encurtamento e a “performance” no salto vertical. Revista Paulista de Educação Física, 12(1), 85-94.
Vasileva, F., Misovski, A., Milenkoski, J., Georgiev, G., Aceski, A., e Vasilev, A. (2022). Explosive strength, arm swing jump contribution and eccentric utilization ratio in youth and junior female volleyball palyers. Research in Physical Education, Sport and Health, 11(1), 139-145.
Weineck, J. (1991). Biologia do esporte. São Paulo: Manole.
Zakharov, A. (1992). Ciência do treinamento desportivo. Rio de Janeiro: GPS.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Si el manuscrito es aceptado para publicación los derechos de reproducción serán de la Facultad de Ciencias de la Educación, Universidad del Tolima. Ninguna publicación, nacional o extranjera, podrá reproducir ni traducir los artículos ni sus resúmenes con fines comerciales, sin previa autorización escrita del Comité Editorial de la revista Edu-Física.




